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domingo, 19 de fevereiro de 2017

JA Solar irá fornecer 300MW de módulos solares para projetos da Enel Green Power no Brasil
Emerson F. Tormann22:41


Fabricante de módulos solares baseados na China, JA Solar, garantiu uma ordem de compra para fornecer projetos de energia solar, desenvolvidos pela Enel Green Power localizada no Brasil.

De acordo om relatos da assessoria de imprensa, a fabricante chinesa vai fornecer 300 megawatts de módulos fotovoltaicos para instalação em projetos da Enel Green Power protegidos posteriormente por meio de leilões competitivos no Brasil.

Não ficou claro em qual projeto estes módulos seriam instalados. Talvez sejam parte do maior projeto de energia solar na América do Sul. A Enel Green Power Brasil Participações está trabalhando em um projeto de energia solar de 292 megawatt no Piauí.

A empresa anunciou recentemente que proporcionará rastreadores de eixo-simples para instalação na usina da Soltec. A Enel começou a construção do projeto de energia solar do Piauí no ano passado. O projeto deverá exigir um investimento total de US $ 300 milhões e gerar mais de 600 gigawatt-hora de eletricidade anualmente. A expectativa é de que o projeto esteja operacional no segundo semestre deste ano.

A Enel já opera um projeto de energia solar de 11 megawatts no Brasil e também está trabalhando em outro projeto de 254 megawatt. Juntos, esses três projetos terão uma capacidade instalada de mais de 550 megawatts. A Enel entrou em acordos de longo prazo para a venda de energia elétrica de todos estes projetos.

Fonte: GreenTech com tradução de Emerson Tormann

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Bandeiras tarifárias terão novos valores neste ano
Emerson F. Tormann09:06

Aneel desvincula adicional do PLD, reduzindo patamar 2 da bandeira vermelha

As bandeiras tarifárias que são aplicadas nas contas de luz terão novos valores neste ano. A bandeira amarela vai passar de R$ 1,50 para R$ 2 a cada 100 quilowatts/hora (kWh) consumidos. A bandeira vermelha patamar 1 fica inalterada, em R$ 3 para cada 100 kWh , e o valor da bandeira vermelha patamar 2 cairá de R$ 4,50 para R$ 3,50 a cada 100 kWh.

Os novos valores foram aprovados hoje (14) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A proposta recebeu contribuições por meio de audiência pública. As distribuidoras pleitearam a criação de novo patamar de bandeira amarela, mas o relator entendeu que a estrutura atual é a mais adequada.

“Além do aspecto econômico, o sistema de bandeiras tarifárias tem caráter educativo, e é uma forma transparente de comunicar aos consumidores que as condições de geração de energia elétrica no país estão menos favoráveis, no caso de bandeira amarela, ou mais custosas, de acordo com o patamar de bandeira vermelha que é acionado”, explicou José Jurhosa, diretor da Aneel e relator da proposta.

Os valores das bandeiras tarifárias são revisados a cada ano, de acordo com as variações de custo de energia. Desde dezembro do ano passado, a bandeira tarifária aplicada nas contas de luz é a verde, ou seja, sem cobrança extra para os consumidores.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira que é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) indica o custo da energia, em função das condições de geração de eletricidade. Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.

Risco hidrológico

A Aneel decidiu hoje abrir nova audiência pública para para discutir como o aumento do risco hidrológico deste ano será repassado para as tarifas dos consumidores. A expectativa da Aneel é que o custo desse risco, que reflete a falta de chuvas e a geração menor de energia pelas hidrelétricas, e não é coberto com a bandeira tarifária, possa chegar a R$ 5 bilhões neste ano, o que pode significar um impacto de 2,5% nas tarifas de energia.

De acordo com a Aneel, este não será um custo novo para os consumidores, apenas será aplicado nos reajustes das tarifas deste ano, em vez de entrar apenas no ano que vem, com correção pela taxa Selic.
Fonte: EBC

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

A importância dos incentivos para energia limpa e renovável no Brasil
Emerson F. Tormann22:55



A geração de energia com base em fontes renováveis pelos próprios consumidores tem sido aos poucos estimulada pelo governo. Em 2015, o governo federal lançou o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD). Com ele, espera-se que até 2030 o Brasil gere energia equivalente a metade da hidrelétrica de Itaipu (cerca de 48 milhões de megawatts-hora) por meio de equipamentos como painéis solares instalados em casas, empresas e prédios públicos.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) o número de conexões de micro e minigeração de energia teve um rápido crescimento, mais de 330% de 2015 para este ano. Em setembro de 2015, eram registradas 1.148 ligações, já em agosto deste ano o número subiu para 5.040, o que representa uma potência instalada de 47.934 kW.

O foco prioritário do MME é a energia solar fotovoltaica, mas outras fontes de energias renováveis, como eólica, também podem ser inseridas no Programa. O objetivo inicial do governo é que até a data limite, 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão ter energia gerada por elas mesmas. Com isso, o Brasil pode evitar que sejam emitidos 29 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

Atualmente, um grupo de trabalho composto por representantes do MME, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel); da Empresa de Pesquisa Energética (EPE); do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel); e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) avaliam o ProGD.

Dos 12 países da América do Sul, o Brasil apresenta o terceiro maior percentual de fontes renováveis na matriz energética, de 41% do total. Os dados são do boletim "Energia na América do Sul - ano base 2015", divulgado anualmente pela Secretária de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME). De acordo com o estudo, o primeiro lugar é ocupado pelo Paraguai (67%), seguido pelo Uruguai (54%).


O sol

De acordo com o Presidente Executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Lopes Sauaia, o grupo de trabalho deve apresentar ações para o avanço da microgeração distribuída solar. Mas alguns estímulos já tiveram um pontapé inicial.

Para a geração de energia, foi assinado o Convênio ICMS 16/2015 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), permitindo aos Estados brasileiros de isentar de ICMS a energia elétrica injetada na rede e recompensada conforme a resolução normativa 482. Ainda falta a adesão dos sete estados: Santa Catarina, Paraná, Espirito Santo, Mato Grosso do Sul, Pará, Amazonas e Amapá. "Quando o Estado adere ao convênio contribui com o aumento da competitividade da fonte na região e, com isso, incentiva a população a investir na tecnologia, bem como as empresas a criarem empregos para atender a demanda", diz. O consumidor pode usar os créditos, seja pelo CPF ou CNPJ, para abater na fatura de outros imóveis cuja esteja sob sua titularidade, mesmo em outros locais, desde que estejam na área da mesma distribuidora. Essa ação é denominada de "autoconsumo remoto".


A força dos ventos

No caso da energia eólica, segundo a presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Gannoum, um caminho para o estimulo é a desoneração para compra de microgeradores e seus componentes. Outro ponto seria o estabelecimento de um valor anual de referência específico (VRES) para energia eólica. Ela ressalta que hoje já existem microgeradores eólicos instalados em universidades para estudos e alguns já instalados por conta da Resolução Aneel 482/12. "No caso de microgeração eólica, deve-se considerar inúmeras questões técnicas que podem inviabilizar o uso em cidades com grande adensamento populacional e pouco espaço livre para a instalação do aerogerador. Por este motivo, no caso de pequenos e micro consumidores, costuma-se apontar que a microgeração com energia solar deve crescer mais para casas de grandes cidades ou prédios". Mas nos casos em que é possível a instalação da microgeração eólica, a ABEEólica indica aplicativo desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)que permite simular o impacto da implantação de uma unidade de microgeração para pessoas físicas.

Para Elbia, o uso de energia eólica tem crescido consistentemente porque nos últimos anos desenvolveu-se no Brasil uma cadeia de energia eólica 80% nacionalizada e competitiva. "Isso levou a energia eólica a ser a segunda fonte mais competitiva do país", pontua.

Cejane Pupulin
Fonte: Canal Jornal da Bioenergia

Absolar e Governo de Goiás lançam programa de desenvolvimento de energia solar no Estado
Emerson F. Tormann16:17

O lançamento acontecerá no dia 16 de fevereiro, no Palácio das Esmeraldas


foto: Freeimages
Freeimages

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) e o Governo de Goiás lançarão, no dia 16 de fevereiro, o Programa Goiás Solar, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento da fonte solar fotovoltaica no estado goiano.

O programa, viabilizado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima), é fruto de mais de um ano de trabalho em cooperação com a Absolar.

Com o lançamento do Programa Goiás Solar, que inclui inúmeras propostas e ações para acelerar a adoção da tecnologia fotovoltaica no estado goiano, a Absolar projeta um aumento significativo no número de sistemas solares fotovoltaicos a serem instalados na região a partir deste ano.

O evento de lançamento ocorrerá no Palácio das Esmeraldas e terá as presenças do governador de Goiás, Marconi Perillo, do secretário da pasta da Secima, Vilmar Rocha, e do presidente-executivo da Absolar, Dr. Rodrigo Sauaia. “O estado de Goiás tem sido uma liderança no incentivo ao desenvolvimento da energia solar fotovoltaica, tendo tomado uma série de medidas a favor desta fonte limpa, renovável e sustentável, como, por exemplo, a adesão ao Convênio ICMS 16/2015, que isenta de ICMS a energia da micro e minigeração distribuída, tornando-a mais competitiva. Goiás foi, na verdade, um dos três primeiros estados a aderir a esse convênio, liderando o Brasil no tema ”, comenta Sauaia.

O presidente da Absolar lembra ainda que o estado goiano estabeleceu, por meio da GoiásFomento, a linha “Crédito Produtivo Energia Solar”, o que viabilizou financiamento para microempresas, empresas de pequeno porte e empreendedores individuais, para aquisição de equipamentos de geração de energia solar fotovoltaica. “Também foi o primeiro estado a lançar e pôr em prática um programa para instalar sistemas solares fotovoltaicos na habitação popular, por meio da Agehab, um exemplo de engajamento do poder público para trazer mais economia e sustentabilidade à população de baixa renda”, acrescenta.

Para complementar os esforços individuais dos Estados do Centro-Oeste em prol do desenvolvimento da energia solar fotovoltaica na região, a Absolar trabalha junto com a Sudeco e os Governadores da região no desenvolvimento de uma linha de financiamento para o Centro-Oeste, similar à linha FNE SOL, em operação na região Nordeste do País. “Nossa expectativa é de que a Sudeco avance com esta nova linha ainda este ano, à medida que em os Governadores têm demonstrado grande interesse e apoio à proposta”, conclui Sauaia.

Fonte: Jornal da Instalação

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Profissionais capacitados para trabalhar no setor eólico ganham espaço no mercado
Emerson F. Tormann12:03

tecnico energia eolica emprego


A produção de energia e o desenvolvimento do setor eólico têm se desenvolvido bastante nos últimos anos. Prova disso é o aumento de construção de usinas e sua participação nos leilões federais. Para acompanhar a demanda, os profissionais - especializados ou não - têm sido demandados constantemente para atender a esse crescimento. Os empregos no setor eólico são contabilizados por megawatt (MW). Segundo informações da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), a cada novo MW instalado são gerados 15 empregos em toda a cadeia de produção. Em 2015 foram criados 41 mil empregos. "Neste ano, vamos fechar com números bem próximos", estima a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Gannoum.

Élbia explica que o Brasil possui mão de obra qualificada para preencher as vagas disponíveis devido aos aperfeiçoamentos oferecidos em várias universidades e escolas técnicas. "Porém, com o crescimento da energia eólica, há uma demanda crescente fazendo com que profissionais de outras áreas, tais como, petróleo, gás e outras fontes de geração, migrem para o setor eólico." Ela destaca que as principais áreas demandadas são de engenharia elétrica, mecânica e civil, além de especialistas em meio ambiente e sustentabilidade e especialistas em climatologia.

Por outro lado, o gerente regional da empresa de recursos humanos Randstad Professionals, Diogo Forghieri, explica que, em alguns casos, ainda há falta de mão de obra qualificada, em especial para área de especificação e desenvolvimentos de projetos de parques eólicos. "O maior volume concentra-se em engenheiros, técnicos, projetistas e até advogados."

Mario Augusto Lima e Silva, diretor de energia da Serveng Energia, diz que, no passado, a empresa enfrentava dificuldades em contratar devido à falta de mão de obra. "Saíamos com carro de som anunciando os tipos de vagas que estávamos precisando. Além disso, oferecíamos treinamentos aos interessados."

Atualmente, para a construção de projeto desenvolvido pela empresa vencedor de leilão ainda em 2013, já foram contratados 400 profissionais, com expectativa de empregar 650 até o final das obras. Hoje o cenário é diferente, havendo a possibilidade de selecionar os candidatos e dispor de pessoas que já passaram por treinamentos e capacitações em obras anteriores. Os profissionais mais procurados são ajudante de pedreiro, pedreiro, carpinteiro, armador e motorista. "Ainda fazemos treinamentos e investimos em qualificação para atividades especificas, mas há muitos qualificados graças a obras anteriores", destaca Mario Augusto.


Empregos

Atualmente, a indústria eólica está com 10 GW instalados e a expectativa é de dobrar de tamanho até 2020. "Além disso, há novos leilões e estimamos contratações anuais de cerca de 2 GW por ano. Podemos considerar que, do ponto de vista tecnológico, jamais há uma acomodação. A tecnologia segue evoluindo, com demanda por profissionais especializados", comenta Élbia.

Segundo Diogo Forghieri, entre os segmentos industriais, as empresas de fabricação de componentes e equipamentos eólicos destacam-se no volume de contratação de mão de obra para todos os níveis, considerando toda a cadeira correlata, ou seja, envolvendo a produção, a montagem e a manutenção de parques eólicos. De acordo com Forghieri, o número referente à manutenção de empregos gira em torno de 45 mil/ano.

A expectativa para os próximos anos é otimista, com previsão de manutenção de demanda aquecida referente a profissionais técnicos em automação e manutenção de parques eólicos, além de profissionais com foco em projetos de equipamentos, desenvolvimento de tecnologia e cadeia produtiva. Forghieri destaca que, para ocupar essas vagas, os requisitos são variados, desde experiência em licitações e estruturação de contratos no setor eólico, para advogados, a técnicos em automação e controle com experiência em manutenção de aerogeradores.

Mario Augusto Lima e Silva reforça que existe a necessidade de crescimento de energias renováveis, que é um compromisso do Brasil para os próximos 30 anos. "Acredito que haverá crescimento do setor nesse período, o que vai depender da demanda por energia, que é proporcional ao Produto Interno Bruto (PIB). A energia eólica nos próximos anos deve atender um terço da necessidade." As faixas salariais dos principais profissionais procurados variam de R$1.500 a R$3.500 para os cargos básicos, e de R$12 a R$20 mil para engenheiros especializados.


Fonte: Canal Jornal da Bioenergia

Brasil assume o 9º lugar em ranking mundial de energia eólica
Emerson F. Tormann11:48

O Brasil subiu uma posição e assumiu o nono lugar entre os países com maior capacidade instalada de geração de energia eólica no mundo, de acordo com levantamento do conselho mundial de energia eólica (GWEC, na sigla em inglês). Em 2016, o Brasil alcanço





O forte aumento do número de parques eólicos instalados no Brasil fez o País subir mais um degrau no ranking do países com maior geração eólica. O Global World Energy Council (GWEC) divulgou nesta sexta-feira, 10, seu "Global Wind Statistics 2016", no qual o Brasil aparece na nona colocação na lista das nações com mais capacidade instalada total de energia eólica, somando 10.740 MW, à frente da Itália. Em relação ao ano passado, o País avançou uma posição e agora já responde por 2,2% da capacidade global.

No ranking de nova capacidade instalada no ano, o Brasil está em quinto lugar, tendo instalado 2 GW de nova capacidade em 2016. Nesta categoria, o País caiu uma posição, sendo ultrapassado pela Índia, que instalou 3,6 GW de nova capacidade no ano passado.

No total, foram adicionados 54,6 GW de potência eólica à produção mundial em 2016. Com isso, em todo mundo a capacidade instalada de parques solares soma 486,7 GW.

Em nota à imprensa, a presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Gannoum, salientou que até 2020, considerando apenas os contratos assinados e leilões já realizados, o País deve chegar a 18 GW. "O importante agora é que novos leilões sejam de fato realizados nos próximos meses, já que em 2016 não tivemos nenhum leilão de energia eólica pela primeira vez, desde que esta fonte começou a participar de leilões em 2009", disse.

O setor defende a realização de um leilão de reserva neste ano, depois que o governo decidiu cancelar a realização de um certame similar, no final do ano passado.
Fonte: UDOP

Reservatórios do SE/CO chegam a 39,8% da capacidade
Emerson F. Tormann10:16

Segundo ONS, todos os subsistemas tiveram elevação no armazenamento no último domingo, 12, com destaque para a região Norte



Os reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste subiram 0,1% para 39,8% da capacidade, em relação ao dia anterior, no último domingo, 12 de fevereiro, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico. A energia armazenada no dia ficou em 80.927 MW mês. A energia afluente armazenável ficou em 75% da média de longo termo acumulada no mês. A usina Furnas opera com 49,04% da capacidade e Emborcação, com 37,12%.

No Nordeste, a alta do nível de armazenamento também foi de 0,1%. Com isso, os reservatórios ficaram com 19% da capacidade. A energia armazenada ficou em 9.846 MW mês no dia. E a energia afluente no mês está em 30% da MLT. A hidrelétrica Sobradinho tem 11,39% da capacidade.

A região Sul também registrou elevação de 0,1% nos reservatórios para 55,4% da capacidade. A energia armazenada no dia somou 11.066 MW mês. A energia afluente está em 85% da média histórica. A hidrelétrica G.B.Munhoz trabalha com 50,02% da capacidade.

Na região Norte, houve a alta mais expressiva do armazenamento, de 1,7%, levando os níveis dos reservatórios para 28,3% da capacidade. A energia armazenada ficou em 4.250 MW mês. A energia afluente armazenável alcançou 44% da média do acumulado no mês. A usina Tucuruí opera com 42,39% da capacidade.

Fonte: CanalEnergia

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Reservatórios do submercado SE/CO operam com volume de 38,7%
Emerson F. Tormann15:28

UHE Sobradinho


07/02/2017 - Os reservatórios no submercado Sudeste/Centro-Oeste estão operando com volume de 38,7%, aumentando 0,2% em comparação com o dia anterior. Os dados são do Operador Nacional do Sistema Elétrico, referentes ao último dia 6 de fevereiro. A energia armazenada é 78.623 MW mês e a energia natural afluente é 53.638 MW med, que é equivalente a 75% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A usina de Furnas está operando com volume de 48,33% e a de Nova Ponte com 29,48%.

Na região Nordeste, os reservatórios registraram aumento de 0,1% no comparado com o dia anterior, o que deixou com volume de 18,3%. A energia armazenada na região é 9.469 MW mês e a ENA é 3.864 MW med, que é o mesmo que 29% da MLT. A usina de Sobradinho está operando com 11,18% da capacidade. No Norte, os reservatórios estão operando com volume de 25%, 0,1% a mais que o dia anterior. A energia armazenada é 3.767 MW mês e a ENA é 6.735 MW med, que é equivalente a 39% da MLT. A usina de Tucuruí está operando com volume de 37,89%.

Na região Sul, os reservatórios sofreram queda de 0,5%, o que deixou com volume de 58,2%. A energia armazenada na região é 11.620 MW mês e a ENA é 7.635 MW med, que é equivalente a 91% da MLT. A usina de Barra Grande está operando com volume de 51,7%.


Fonte: UDOP

Entidades criam Conselho Permanente de Comunicação do Distrito Federal
Emerson F. Tormann13:25

Acompanhando as tendências, dentro da nova realidade de comunicação, de fortalecer as diversas mídias hoje no mercado, as principais Associações e Movimentos de Comunicação do Distrito Federal se uniram e criaram o Conselho Permanente de Comunicação


Conselho Permanente de Comunicação

Ele reúne todos os movimentos independentes e associações na categoria de mídias alternativas que “são os veículos que tem um contato mais direto com o público, adotando de forma transparente, mecanismos e critérios próprios de auto-regulamentação que sejam de conhecimento do público consumidor de informação. ” A reunião de fundação do Conselho ocorreu na noite da última quinta-feira (2/2/2017), na sede da MCB, na Asa Sul.

Um dos objetivos da união das organizações que integram o Conselho Permanente de Comunicação é buscar uma melhor qualificação dos profissionais que atuam na mídia alternativa no Distrito Federal. Uma das ações é trazer as maiores tendências seguidas pela mídia no país e no mundo. A mídia impressa, no mundo, por exemplo, mudou drasticamente e a grande maioria dos veículos seguem experiências bem-sucedidas realizadas pelo The New York Times e o The Guardian que são inspirados e acompanham de perto as empresas de mídias digitais que estão aparecendo e crescendo.

As entidades e movimentos com cadeira do Conselho Permante de Comunicação são: Associação Brasiliense de Blogueiros de Política (ABBP), Associação dos Veículos de Comunicação Comunitária do DF e Entorno (ASVECOM), Associação de Radiodifusão Comunitária do Distrito federal (ABRAÇO), Associação dos Ativistas Digitais do Distrito Federal (ASSAD), Movimento dos Produtores de Conteúdo (MPC), Movimento dos Comunicadores do Brasil (MCB), Movimento Independente de Novas Mídias (MI) e a Cooperativa de Jornais e Revistas Comunitários do Distrito Federal (COOPSARLEDF).

Com o trabalho conjunto das diferentes mídias alternativas, em Brasília, o conteúdo jornalístico vai chegar mais diretamente a seu público-alvo buscando alcançar jovens e adultos que moram nas cidades e periferias e que são grandes consumidores de informação com telefones celulares, mobile, desktop e tablets.
O contexto de mídia hoje mostra crescimento na produção da informação, que vai triplicar nos próximos quatro anos, segundo pesquisas de entidades mundiais de comunicação. Terá ainda mais divisão do tempo entre os meios de comunicação (constante aumento) e as redes sociais (rápido crescimento), segundo afirma Earl J. Wilkinson, diretor executivo e CEO da INMA (International News Media Association). Ele diz que “a conexão mobile vai crescer 110% em dois anos, com aumento de 33% nas conexões móveis. ” Com isso, os veículos que, agora, buscam a unificação, passarão a ser também grandes produtores de conteúdo editorial.

Messenger e WhatsApp também são serviços que estarão em alta com alto fluxo de informações.

Veja o que dizem os presidentes das entidades que integram o Conselho Permanente de Comunicação: Associação Brasiliense de Blogueiros de Política (ABBP), Associação dos Veículos de Comunicação Comunitária do DF e Entorno (ASVECOM), Associação de Radiodifusão Comunitária do Distrito federal (ABRAÇO), Associação dos Ativistas Digitais do Distrito Federal (ASSAD), Movimento dos Produtores de Conteúdo (MPC), Movimento dos Comunicadores do Brasil (MCB), Movimento Independente de Novas Mídias (MI) e a Cooperativa de Jornais e Revistas Comunitários do Distrito Federal (COOPSARLEDF).

Sandro Gianelli, ABBP

“O principal objetivo do Conselho Permanente de Comunicação é unir todos os movimentos independentes e associações numa categoria. A partir de agora nós passamos a ser a categoria das mídias alternativas. Por que mídias alternativas? Porque existe uma lei, hoje, no Distrito Federal que, inclusive, tem sido copiada em outros estados que determina que o poder público tanto legislativo, como executivo, tem que destinar, no mínimo, 10% de suas publicidades para essas categorias. Então, nós estamos aqui sendo representadas por todas elas: Blogueiros, sites, portais, rádios comunitárias, jornais comunitários todos reunidos em torno desta nova categoria. ”

Edvaldo Brito, ASVECOM


“O Conselho está se reunindo porque nós pensamos em melhorar a comunicação direta com o cidadão. O Jornal Comunitário, o jornal alternativo ele tem um contato mais direto com a pessoa que consome a notícia, precisa de informação que é o cidadão. Nossa intenção, primeiro é disciplinar isso, para que seja feito de uma forma produtiva, aglutinar para que as pessoas possam trabalhar melhor neste sentido e qualificar ainda mais os profissionais do setor para que possam melhor informar a população das ações do Governo, Câmara Legislativa, órgãos federais, estatais, enfim, todas as empresas ou seja, criar uma linguagem única, e própria dos jornais alternativos e comunitários. ”

Paulo Melo, MCB


“O Conselho visa unir todas as entidades que estão em Brasília e tem um serviço através de suas associações. Ao unir estas entidades nós estamos unificando os principais comunicadores do Distrito Federal e, com essa unificação, nos tornamos muito mais fortes. E dessa forma vamos promover uma série de ações para promover a comunicação além de realizar encontros, palestras, entrevistas coletivas, fórum, seminários com o objetivo de preparar os comunicadores de Brasília para uma melhor ação em torno da comunidade. ”

Ronaldo Martins, ABRAÇO

“Estamos junto com os blogueiros, com a ideia de criar uma entidade que represente não só os blogueiros, mas as rádios comunitárias, jornais comunitários que são o principal elo entre o Estado e a comunidade. Quero parabenizar os presidentes aqui presentes hoje para promover a unificação das mídias alternativas de Brasília. ”

Ataíde Santos, ASSAD

“A criação do conselho mostra a importância da unificação das diversas associações e veículos para o fortalecimento do segmento da comunicação. Até hoje o Brasil esteve à mercê da chamada mídia tradicional. A mídia alternativa se fortalece com a criação do Conselho, ocupa seu espaço e leva à sociedade uma melhor informação. ”

Eldo Gomes, MPC


“O Movimento Produtores de Conteúdo, agora, focado em sua nova fase, em qualidade e não em quantidade, se une ao conselho Permanente de Comunicação com um único objetivo: chegar aonde as novas mídias não tem condições de chegar. ”

O Conselho de Comunicação através das entidades que o integram representa cerca de 130 veículos de comunicação alternativa do Distrito Federal.

Fonte: Edgar Lisboa, Agência Digital News

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Mesmo lentamente, energia solar avança no RS
Emerson F. Tormann18:05

Supermercado Niederauer resolveu investir em painéis fotovoltaicos


Sistema instalado no telhado de um dos imóveis da rede tem potência de 43,42 kWp
Foto: Sonnen Energia / Divulgação

A essa altura, quem acompanha a coluna sabe da inconformidade com o atraso na adoção da energia solar no Brasil. Mas o paradoxo de um dos países com maior insolação do mundo começa a ser desafiado pela lógica econômica.

Uma rede de supermercados gaúcha de Santana do Livramento fez as contas e percebeu que o custo com energia elétrica é sua segunda maior fonte de despesa, só atrás da folha de pagamento. Com o diagnóstico na mão, a decisão de investir ficou mais fácil.

A primeira das lojas do Supermercado Niederauer está pronta para gerar sua própria energia em painéis fotovoltaicos. O sistema instalado no telhado de um dos imóveis da rede tem potência de 43,42 kWp, com 168 painéis solares, e vai gerar média de 5.177 quilowatts hora mês, suprindo todo o consumo.

O empreendimento planeja replicar a iniciativa em outras unidades ao longo do ano, com assessoria da Sonnen Energia, empresa incubada na Agência de Inovação e de Transferência de Tecnologia (Agittec) da Universidade Federal de Santa Maria.

Fonte: ZH

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